Encontro de Encerramento – II Curso de Especialização em Habilitação e Reabilitação Auditiva.

Em 11/03/17 ocorreu em Brasília o Encontro de Encerramento do II Curso de Especialização em Habilitação e Reabilitação Auditiva. A realização do curso foi possível pela parceria entre a Associação Samaritano, Coordenação da Pessoa com Deficiência/MS e a Universidade de São Paulo, por interveniência da Faculdade de Odontologia de Bauru – FOB/USP.

O curso integra o rol de projetos da Associação Samaritano no âmbito do PROADI-SUS desde 2012, tendo beneficiado até o momento 184 profissionais médicos e fonoaudiólogos da rede pública de reabilitação auditiva em diversos estados brasileiros.

Essa pós-graduação na modalidade de ensino a distância, carga horária de 400 horas e distribuídas em 18 meses, trabalha com metodologia ativa fomentando a incorporação de mudanças na prática profissional. Os conteúdos trabalhados dispostos em 27 Núcleos Temáticos abordaram de maneira geral: políticas públicas para pessoa com deficiência auditiva, desenvolvimento infantil, triagem auditiva neonatal, diagnóstico audiológico, seleção/ajuste de dispositivos eletrônicos como o aparelho de amplificação sonora individual e implante coclear, sistema de frequência modulada, terapia para desenvolvimento de linguagem, manejo da criança com deficiência auditiva na escola, abordagem centrada na família e metodologia da pesquisa.

O encontro contou com a participação de representante do Ministério da Saúde pela Coordenação Geral de Saúde da Pessoa com Deficiência – Dra. Odilia Brigido de Sousa, da Associação Samaritano pelo Coordenador de Desenvolvimento e Avaliação de Projetos da Associação Samaritano – Rogério L’Abbate Kelian, da FOB/USP pelo Vice-Diretor – Prof. Dr. Carlos Ferreira dos Santos, do Coordenador do Projeto – Dr. Orozimbo Alves da Costa Filho e da Coordenadora do Curso Profa. Dra. Deborah Ferrari da FOB/USP.

Dentre as principais mudanças citadas pelos alunos como decorrência do aprendizado do curso, foram feitos destaques à organização de protocolos clínicos antes inexistentes, a introdução da escuta ativa da família com participação dos pais na terapia fonoaudiológica, a elaboração do planejamento terapêutico para as crianças usuárias de aparelho de amplificação sonora individual e/ou implante coclear e, por último, o treinamento de outros profissionais em serviço utilizando-se do conteúdo trabalhado no curso, multiplicando o conhecimento adquirido. Esses resultados positivos também permitiram a publicação de diversos artigos científicos, participações em congressos nacionais e internacionais, bem como realização de dissertações de mestrado e doutorado pela USP.

Capacitando profissionais, melhorando diagnóstico precoce, habilitando e reabilitando pacientes para que tenham maior autonomia e, portanto, melhor adaptabilidade social, previne-se a segregação do deficiente auditivo e promove-se inclusão social.

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